quinta-feira, 2 de novembro de 2006

The Dangerines


The Dangerines começou em 2015, com Will Prestes e Patrícia Spier. Os dois já haviam tocado em um projeto autoral chamado Tea For Two, de pop folk, que acabou em 2012. No segundo semestre de 2015, a dupla decidiu se juntar novamente e reavivar as músicas. Dessa vez, com mais gente: Rodrigo Sposito (baixo) e Tiago Lobão (bateria) entraram e o som tomou outra proporção. O primeiro show foi a cara da banda: num churrasco, numa praça, com uns 50 amigos em volta. Calor, final de tarde, sem microfones e amplificadores.

Aos poucos, o repertório de músicas autorais foi aumentando e começaram a fazer shows em festas fechadas, em São Paulo. Mas a banda teve uma parada forçada em março de 2016, quando faleceu o seu talentoso baixista. Depois disso, o grupo deu um tempo para se recompor, mas agora volta à ativa. com a seguinte formação: Will Prestes (ex-Wonkavision, nos vocais e violão); Patrícia Spier (ex-Fift, nos vocais e harmônica); Tiago Lobão (Nevilton e Edu Franz, na bateria); Flávio Guarnieri (Sugarkane e ex-Vespas Mandarinas, no Baixo) e Peter Harris (O Bardo e o Banho, no violino).

As referências dos membros são bem variadas. Vão de Pixies a Burt Bacharach, de Alanis Morissette a Lumineers, de Violent Femmes a The Cardingans, e de tantas outras indies californianas dos anos 90.


Singles :

Cannonballing (2016)


Clipe do primeiro single lançado pela banda que, ao final do vídeo, homenageia o querido e talentoso Rodrigo Sposito, com a lembrança de sua imagem icônica e inesquecível. 


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